The Riddle of Choice

Leave a comment

Decision-making is an art, rather than a science” by Sheena lyengar

We often see choice as the statement of our freedom and the symbol of our independence: we are free individuals therefore we have the right to choose and the more choice the better. This is usually the kind of assumption you find in western cultures such as the American culture (the exlibris for freedom and limitless choice) and on some European countries like the UK, Norway, Sweden, the Netherlands, Denmark that basically grew among a gigantic and endless Brand frenesi. But if you go a little bit further to the east, to Asian countries or even eastern European countries, you’ll find a totally different mindset towards the freedom of choice and how people deal with that.

Sheena lyengar studies this process of how we make choices and how they differ from culture to culture. On her TED “The art of Choosing” she reveals what she discovered during her years of research. Never had I seen such an insightful approach on the process of choosing and on the mechanisms behind it.

Although lyenar relates to the American case, I can surely say that Portuguese also fit into this standard of assumptions. We basically make 3 assumptions when choosing:  we must make our own choices in order to be happy; the more options we have, the better choice we make and that we must never say no to choice! Not true if you ask me…

Well… if we look to the different cultures, we see that isn’t always like this and we discover the holes on our assumptions: “One does not put sugar in green tea“!

It is true that sometimes we make better decisions when the number of options is limited; it is also true that sometimes letting others choose for us helps us bond or gain confidence and sometimes rejecting the power we have to choose makes us more happy. Take a closer look to lyengar‘s analysis and you will understand that I’m not crushing or denying the pillars of our freedom, I am simply agreeing that no pattern serve s everybody, everywhere and if we accept and learn from those different patterns, we might actually learn to make better choices.

We have the power of choice and it promises freedom, happiness and success, but sometimes doesn’t deliver them… if we take a closer look at our assumptions and learn from other cultures how they choose, maybe we can learn how to take the full potential of this power that we have and make choices that actually bring us happiness, success and freedom.

There is a funny quote from Tom Hanks on “You’ve Got Mail” regarding Starbucks and the power of choice: “The whole purpose of places like Starbucks is for people with no decision-making ability whatsoever to make six decisions just to buy one cup of coffee.  Short, tall, light, dark, caf, decaf, low-fat, non-fat, etc.  So people who don’t know what the hell they’re doing or who on earth they are, can, for only $2.95, get not just a cup of coffee but an absolutely defining sense of self – Tall – Decaf – Cappuccino.

And you? Can you tell the difference between a Carte D’Or, Nestlé or Walls vanilla ice-cream? or aren’t they all just a package offering you that delicious vanilla flavored ice-cream?

Advertisements

Europe: a place for young innovators

Leave a comment

Today, while working on BEST’s* public relations, I came across this amazing magazine “Young Innovations Europe” where young European reporters write about projects, opportunities and innovations by and for young Europeans.

For all those young Europeans full of projects and ideas, check YIE’s website and see what Europe has to offer you!

*BEST –  Board of European Students of Technology

Linkedin + Behance = Good News for Designers

Leave a comment

Linkedin has announced a partnership with Behance Network – a sort of social network that provides portfolio templates for the members and provides a showcase of portfolios for big companies such as Adobe.

With this partnership besides having your CV published on Linkedin, you can now add your beautiful portfolio to complement your online CV. This is very good news for designers and creatives of all sorts, for one of the biggest challenges when networking in social media is the problem with showcasing portfolios (which basically summarize the quality of your work).

For all you creative Social Media junkies, take a look and start creating your portfolio!

Fazer uma pausa = maior productividade

Leave a comment

Infelizmente, em Portugal, as empresas e patrões ainda são incapazes de ouvir as palavras “férias” e “pausa” sem entrarem em pânico.

Hoje enquanto vasculhava algumas TED Talks, descobri uma talk bastante interessante de um dos meus designers favoritos: Stefan Sagmeister.

Neste discurso, ele fala sobre as licenças sabáticas, as pausas e o benefício que estas podem trazer para os trabalhadores e respectivas empresas. Isto é especialmente verdade em indústrias que lidam e que precisam constantemente de criatividade e inovação.

Um trabalho das 09:00 às 17:00 pode ser completamente desgastante e bestificante, especialmente, quando lidamos diariamente com as mesmas coisas, mesmas pessoas e mesmos assuntos. O nosso foco e visão fica encaixilhado num pequeno mundo e embora sejamos cada vez mais rápidos e eficazes a resolver aquelas tarefas específicas, o potencial incrível do nosso cérebro vai definhando… Além de gastarmos as nossas reservas energéticas em acordar muito cedo, deitar muito tarde e obedecer a um ritmo alucinante de trabalho, o nosso cérebro vai ficando acorrentado às rotinas: deixamos de ter tempo para ler livros, ir a eventos sobre as áreas que os interessam, “procrastinar” na web e encontrar maravilhosos mundos novos, viajar e ver culturas completamente novas. Basicamente deixamos de VER, de prestar ATENÇÃO ao mundo que está para além do trabalho e que tanta inspiração, motivação, capacidade e conhecimento nos pode oferecer.

Stop! faça uma pausa consigo e veja o mundo” ao permitir e até fomentar esta atitude, as empresas estão realmente a perder horas de trabalho, mas seriam essas 8h horas de trabalho mais valiosas do que apenas uma hora de um funcionário que volte completamente inspirado e motivado? a minha aposta é que não… As empresas e os poderosos chefões olham para a quantidade e não para a qualidade e são incapazes de avaliar o lucro, a relação “”qualidade vs preço” desta troca.

Mente Retrógrada: 3 meses de férias = perda de 528 horas de trabalho aprox = prejuízo || Mente Assertiva: 3 meses de férias = perda de 528 horas de trabalho forçado improdutivo = 9 meses de trabalho motivado, inspirado e rentável =  lucro

A verdade é que as pausas, principalmente, se forem intercaladas, “refrescam” o cérebro, permitem ao corpo descansar e o trabalhador vem rejuvenescido, com mais vontade de trabalhar e com novas ideias porque tirou tempo para ver as coisas. O trabalhador vem mais satisfeito com a sua empresa, porque se preocupam com ele e dão-lhe uma coisa que toda a gente diz que é equivalente a dinheiro, TEMPO! As grandes empresas fazem isso: Google, 3M… talvez sejam por isso que sejam GRANDES empresas.

Acho que é uma coisa tão óbvia, tão natural que me surpreende como é que o sistema continua a rejeitar isto. Todos nós já experimentamos mais que uma vez ficar acordados mais de 24h seguidas ou para acabar um trabalho ou para estudar para um exame. E quantas vezes nos apercebemos que ao fim dessas horas só fazemos porcaria e dizemos asneiras? quantas vezes batemos com a cabeça na parede a dizer, devia ter dormido as 8h e tinha feito mais e melhores coisas?

Como o Stefan referiu: “this system is quite literally killing all of us with stress”. De notar que ele é o génio por detrás do logo da Casa da Música no Porto, um logo elogiado e reconhecido internacionalmente, isto, depois de 1 ano de licença sabática. Talvez sem esse ano de pausa, não teríamos um resultado tão bom.

“Tempo é dinheiro”… pois é… e se as empresas aprendessem a distribuir melhor o tempo dos seus funcionários, talvez aprendessem a optimizar o lucro. Mas quem é que quer ser uma Google?

A truly difficult art to master…

1 Comment

The art of conversation is not only to say the right thing at the right time, but also to leave unsaid, the wrong thing at the most tempting moment

– Dee Tenorio

The 100 most effective Brands online

1 Comment

I was doing my morning updates and e-mail check, when I came across with this statistics from “The Heardable” – an online tool that helps evaluate brands’ effectiveness online – that gathered the 100 most effective Brands online.

The service “The Heardable” provides is very high rated and establishes valid comparisons between the companies and businesses that subscribe to it. But I’m not here to make propaganda for their service, but to share with you an interesting fact that I came across when analyzing the data on the article.

Apart from Fox News (14th place) and CBS News (23rd place), the first half of the list is made of brands that aren’t that well-known apart from their online communities and services. Major brands that have been around for years are underestimating and ignoring the power of online branding: if they’re so popular outside the web, why aren’t they investing on the web where they are loosing ground for newcomers. What better way to engage with your  clients than through social media? What better way to create buzz and build networks?  We live in a world where we can’t ignore the web, the main tool for globalization. Major brands are still neglecting the fact that an online brand strategy is a vital part of the success sustainability equation

Judgment

3 Comments

Primeiro post em Português!

Recentemente fui a um TEDx em Aveiro e uma das talks inspirou-me particularmente. Nessa talk falou-se na aversão que, especialmente os portugueses, têm à diferença, ao risco e às ideias novas… A verdade é que isso faz parte do nosso quotidiano: quantas vezes enquanto miúdos não gozamos o penteado estranho da rapariga da Turma B? Quantas vezes não criticamos o nosso colega de Faculdade por causa das suas ideias completamente absurdas? Quantas vezes não fomos mauzinhos para aquela rapariga que se vestia e agia de forma diferente e que se limitava a ser ela própria? Quantas vezes não deitamos abaixo o plano louco de um amigo? Quantas vezes engolimos a seco uma ideia genial porque achamos que o nosso chefe vai pensar o pior de nós?

Vi isto a acontecer imensas vezes e muitas vezes apontei dedos, mas cá se fazem, cá se pagam… eu também fui alvo de piadas e de conversas abafadas de corredor, por causa de projetos, atitudes ou ideias mais “irreverentes”.  Além de ser uma prática um tanto quanto irritante, criticar de forma pejorativa, é uma prática que pode ter consequências graves na segurança das pessoas em relação às suas ideias e acções. Graças a ensinamentos da profissão e à educação que tive em casa, penso 2 vezes antes de abrir a boca para tecer um comentário negativo… os tetos de vidro são perigosos.

Talvez por sermos um país tão habituado a fortes costumes e longas tradições e talvez por sermos um país tão isolado, a nossa linha de pensamento é especialmente avessa a inovações, esquisitices e coisas arriscadas… Talvez seja por isso que os nosso empreendedores fogem a sete pés de Portugal, talvez seja por isso que sejamos tão infelizes: porque a nossa sociedade não aceita o fracasso, o erro e, sejamos francos, odiamos ovelhas negras! Vivemos num constante medo de falhar, de não sermos aceites, de sermos alvo de chacota, de não nos enquadrarmos no perfeito retrato que é a “família portuguesa”.

Um bom exemplo do que estou a tentar dizer, é a conhecida história dos Macacos e das bananas: o macaco que vai mais alto para conseguir as bananas para o bem de todos, é espancado pelos outros, porque levaram com um jacto de água fria após o feito do colega macaco. Isto repete-se tantas vezes, que os macacos deixam de tentar chegar às bananas com medo de serem atacados. As gerações de macacos são renovadas e não levam mais com jactos de água fria excepto daquela única vez há tanto tempo. No entanto, as gerações novas repetem as mesmas acções das gerações passadas e continuam instintivamente a impedir que alguém chegue às bananas. Moral da história: ninguém chega às bananas, porque sim!

Atenção que com isto, não quero dizer que não façamos críticas, avaliações e julgamentos, no entanto, estes devem ser bem fundamentados e bem contextualizados. O ser-humano deve avaliar acções e comportamentos e exercitar a prática da crítica construtiva, não é por isso que devemos deixar de ter noções de limites. É preciso haver um Equilíbrio e ter a capacidade de avaliar cada situação, cada pessoa, cada comportamento e as repercurssões que as nossas acções terão nesses mesmos sujeitos. Mentes abertas, mas conscientes é o que precisamos. Se tivermos a boa-vontade de aceitar a diferença, o absurdo e o que, à primeira vista, nos parece maluquice, talvez essa boa-vontade nos conceda o tempo necessário para julgarmos algo correctamente depois de vermos a sua evolução no tempo… Quem sabe a resposta para a crise, para o fomento do empreendedorismo, para sermos um pouquinho mais felizes não resida aqui?

Vou deixar-vos com a talk que inspirou o post: Esta TV não é para ideias do genial Luís Filipe Borges (última da página).

Está um pescador de caranguejos feliz da vida a pescar os ditos caranguejos e a metê-los num balde. Chega um amigo e espantado questiona o porquê de ele colocar os caranguejos num balde, sem sequer os cobrir para não fugirem! Calmamente o pescador responde: tenha lá calma amigo! São caranguejos Portugueses! Mal um vê que o outro está a subir para escapar, puxam-no imediatamente pra baixo!

Older Entries