When Marketing becomes Viral…

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Searching for “Marketing Viral” (portuguese) on Google and this appears:

Quando o Marketing Se Torna Viral

Good Old Times… I miss working with Prezi.

Recomeça

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Recomeça….
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura Onde, com lucidez, te reconheças…

Miguel Torga

 

E perguntavam-me porque passava tanto tempo colada aos livros de Português, porque é que andava sempre com uma obra debaixo do braço…

Como é que é possível não ficar viciado na poesia Portuguesa? Como é que não vêem que um simples poema é capaz de traduzir exactamente aquelas coisas complicadas que nunca conseguimos, nós próprios expressar? Como é que não percebem o poder que estas palavras têm no imaginário de um jovem prestes a tornar-se adulto…

Novos Ricos do Empreendedorismo

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O primeiro artigo publicado.

Não é nada de especial, mas penso que se devem celebrar as pequenas conquistas…

Para quem estiver interessado em ler um pouco sobre a nova moda do empreendedorismo e os novos ricos que agora infestam este universo:

Artigo Novos Ricos do Empreendedorismo in Jornal i

Civismo aos Pontapés

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Civismo – nome masculino; 1. dedicação pelo interesse público; 2. comportamento demonstrativo de respeito pelos valores da sociedade e pelas suas instituições; (Do francês civisme, «idem»)

De acordo com o dicionário da Língua Portuguesa esta bela palavra significa comportamento demonstrativo de respeito pelos valores da sociedade e pelas suas instituições, algo que na minha opinião é uma característica fundamental em todo e qualquer ser-humano.

Hoje fui com a minha mãe até ao IKEA fazer umas comprinhas para a casa e como não poderia deixar de ser, à saída, fui lanchar os apetitosos hot dogs do serviço de cafetaria do IKEA por apenas 50 cêntimos, mais o copito de refrigerante de 1 euro com refill “até a bexiga não aguentar mais”. Ora ao fazer o refill da minha cola, deparo-me com uma cena que, na minha opinião, explica o porquê de a nossa sociedade andar a passo de caracol (para não dizer de caranguejo) em direcção ao progresso. Enquanto estava na fila à espera de fazer o meu refill, vejo um casal a retirar da bolsa o belo do copo de plástico da Super Bock e a fazer o seu refill.

Para quem não está familiarizado com o serviço de cafetaria do IKEA, eles, além de disponibilizarem cachorros a 50 cêntimos e sundays a 60 cêntimos, disponibilizam também café e refrigerante à vontade do freguês após o pagamento da 1ª dose. A 1ª dose pode ser comprada pela módica quantia de 1 euro o refrigerante e 40 cêntimos o café, traduzindo, por 1 euro e 40 cêntimos posso passar o dia inteiro a beber café e refrigerante no IKEA. Digamos que em qualquer sítio da Europa este serviço é uma verdadeira pechincha, quem quiser comer junk food até se fartar sem gastar mais do que uma moeda de 2 euros, veio ao sítio certo! No entanto, o casal tuga achou que pagar 1 euro por um dia inteiro de refrigerante era muito, por isso trouxe o copo de plástico da Super Bock de casa. Não obstante deixou o copo e o lixo ao lado da máquina de sumos, assim que acabou de satisfazer a sua sede. Ora o IKEA pede gentilmente aos clientes que deitem o seu lixinho fora e arrumem o seu tabuleiro, uma vez que é uma das razões que ajuda aos preços serem tão baratos (evitam de pagar a uma pessoa para recolher lixo e tabuleiros).

O casal deixou um belo exemplo às duas crianças que os acompanhavam que, muito provavelmente, vão repetir o comportamento dos progenitores num futuro próximo.

Em Portugal, este tipo de iniciativas, isto é, iniciativas que estão dependentes do civismo e boa educação das pessoas, muito provavelmente vão continuar a falhar redondamente e a trazer prejuízos para as instituições que tentam introduzi-las. Na Áustria, por exemplo, não há qualquer tipo de porta ou máquina de validação nas estações de metro, o Estado confia que as pessoas compram o seu bilhete de acordo com o trajecto que pretendem fazer. Esta iniciativa já está em vigor há alguns anos e nunca trouxe prejuízos ao Estado Austríaco, o seu funcionamento é igual a qualquer outro sítio onde haja as máquinas de validação. Agora imaginem isto em Portugal… acham que os resultados seriam idênticos?

O civismo e a boa educação são qualidades basilares para qualquer País funcionar bem, seja a nível económico, financeiro, cultural, etc… E o civismo não é só uma característica dos povos ditos civilizados, é algo que se encontra frequentemente em tribos indígenas: não existem cadeados nem fechaduras, a caça é dividida igualmente por todos, os metais e pedras semi-preciosas são partilhados entre as mulheres e crianças para fazerem adereços.

Bom, isto só para mostrar que o civismo é algo que está profundamente enraizado numa cultura ou povo, é algo que é passado de geração em geração através das práticas diárias e da educação. Não está dependente do avanço tecnológico ou do poder monetário, por isso não há desculpa para determinados comportamentos a não ser a profunda falta de cultivação da mente e do espírito do ser-humano. Agora se o civismo é algo enraizado na cultura e é um factor crucial para o progresso, como é que se pode acreditar num País, onde estes exemplos são tão recorrentes e onde ninguém faz nada para os mudar?

Reflexão

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Mary Magdalen with Oil Lamp (1635-1640), Georges De La Tour

“Todos vêem o que pareces, poucos sentem o que és.”  Nicolau Maquiavel

Aqui “à” Ovos

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Como bons portugueses que somos porquê dizer em poucas palavras o que se pode dizer por muitas?

Se a pergunta é explique o modelo da marca de David Aaker porque não contar a história do homem e já agora a história do aparecimento das marcas? A resposta fica maior e o professor de certeza que valoriza o facto de eu saber coisas que nem são chamadas para o assunto, mas que mostram a aplicação da teoria (aplicação errada, mas mostram teoria).

Mostrar que sabemos falar de tudo, sem o mínimo de enfoque ou profundidade parece ser o nosso mote. Somos especialistas em “palha” e na sua aplicação nas mais diversas situações.

Isto a propósito de um artigo que li no DN que achei simplesmente GENIAL! Control+Alt+Del ao programa do Governo

Um artigo definitivamente “sem palha” – Aqui “à” ovos… até porque palha é pra cavalos…

Comunicar a “Portugalidade”

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Já não temos Ministério da Cultura… duvido muito que, nos próximos tempos, a Cultura Portuguesa e a chamada “Portugalidade” venham a desenvolver-se em casa. Apesar disso, e com muito agrado observo, Portugal tem feito uma excelente comunicação e promoção do país no estrangeiro, algo que, na minha opinião, pode contribuir em muito, não só na nossa economia, como na nossa auto-estima “Se até os estrangeiros gostam de Portugal é porque deve ser bom de certeza”. Em honra do passado Dia de Portugal e em jeito de chamada de atenção para o novo Governo-Culture-Less seguem algumas iniciativas que venho a acompanhar e que achei simplesmente geniais.

Já neste Domingo é o Dia de Portugal em Nova Iorque uma iniciativa que nasceu de um grupo de portugueses a residir em Nova Iorque, intitulado Portuguese Circle. O evento é realizado em parceria com a New York Road Runners, entidade responsável pela maioria das corridas oficiais que têm lugar em Nova Iorque, incluindo a famosa New York Marathon.  Este evento tem o apoio e o patrocínio do Turismo de Portugal, Banco BiG, Cafés Delta, EDP e CISA Trading, o Portugal Day NY reúne também apoios de empresas como TAP, Vila Galé ou Ivity Brand Corp. Uma iniciativa a louvar!

A criação do Porto Forward, um movimento para promover o Porto e o Norte e atrair turistas e visitantes à região. Para promover as festas Portuenses do São João, o Porto Forward levou a cabo uma flashmob de “marteladas” em Madrid no passado dia 10 de Junho (curiosamente, o Dia de Portugal).

Portugal afinal até ganha uns prémios no estrangeiro (sem ser soccer related). Um dos prémios que ganhou este ano foi o de melhor stand na Feira de Turismo em Madrid (Fitur), destacando-se entre 166 países e regiões. O stand tinha como mote “Prove Portugal” e como objectivo envolver o visitante, comunicando a riqueza da gastronomia portuguesa, a sua modernidade e sofisticação. O Stand foi recheado de cultura e tradição Portuguesas que, pelos vistos, fizeram as delícias dos visitantes.

Estas foram 3 das iniciativas que me vieram à memória, tendo descurado de certeza umas quantas outras. Agradecia aos leitores que se lembrem de outras iniciativas semelhantes que tenham acontecido nos últimos tempos, que partilhem essas notícias aqui no blog.

Esperemos que de futuro a cultura Portuguesa não seja mais famosa e conhecida pelos estrangeiros do que pelos Portugueses.

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