A small, but meaningful Victory

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And another proof that I was born for Marketing…

Today I got quoted on the most prestigious business and management newspaper in Portugal, Jornal de Negócios:

ARTICLE – On the Path to Success, Failure is an Option

Still everybody asks me “Where’s your pic?”… give it time guys… give it time and work.

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The Corruption of Curiosity

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That’s why children never stop consuming information and learning, because they’re not afraid to ask WHY? They’re not afraid to be curious and ask someone about something they don’t understand.

When we grow up, asking questions turns into Tabu: “If I ask a question people will think I’m mentally retarded” or “If I ask about this it will sound like I want to snoop around other people’s lives” or even “If I ask this he/she will think I’m questioning his/her judgment or abilities“. Just admit it, before asking something, these sneaky little doubts run fast through your mind! And that is completely understandable, abhorrent, but understandable…

Since our teenage years,  our education has led us to believe that we are committing some kind of atrocity when we politely address someone to ask him/her a question. Teachers, parents, bosses, colleagues and sometimes friends, most of them get offended if we ask certain questions. Of course, I am assuming (I know I must never assume, but let’s just say for argument sake) that you have enough sensibility and intelligence to understand when questions are just stupid, yes there are stupid questions and don’t even try the “there-are-no-stupid-questions” argument, we all know they’re out there. When I talk about questions, I am talking about honest doubts, pure learning hunger, healthy curiosity and not the petty desire to humiliate or stand out. The sad thing is that most of the times the honest doubt is mistaken for a petty desire of the ego and most prefer to just dismiss it before listening and thinking rationally about it.

Picture this: Mom is screaming at you because, once again, you were playing at old McGee’s abandoned garage. Honestly curious, you ask her why aren’t you allowed to play there and she responds with that mythical “Because I said so“! I am sure this has happened to you before. What I’m not sure is what you did after she counterstriked with that infamous declaration. Where I’m concerned, and since my early years as a stubborn child, I’ve always found this argument completely ridiculous and I’ve always stood up to it even though I knew that punishment would inevitably follow. For some reason, my doubts were always greater than my fears and my curiosity greater than my self preservation or maybe I was just plain stubborn. I have asked questions to teachers that would inevitably put them in the hot spot and in most cases I got punished for that. I had no problem in taking those punishments,  I knew I wasn’t questioning my teachers’ intelligence or abilities, I was simply wondering why were things performed that way, since in my inexperienced head I was having a hard time understanding why! The thing that helped me endure these unfair punishments was knowing that I got my colleagues to think about that too… they too were wondering…

Thankfully I had amazing parents and a spectacular handful of teachers that taught me to question things, to never take things for granted and to WONDER (I guess it isn’t a coincidence that wondering comes from wonder=fascination, amazement) and that somehow reassured me that curiosity and questioning instruments of knowledge and development.

I’m not trying to give you advice or anything of the sort, I am just sharing my disappointment. Curiosity is undervalued and underestimated, people dismiss curiosity just as easily as they dismiss irrelevant information, even worse, people dislike it. After almost 20 years, it still pains me to listen to harsh and instinctive responses to my questions, it still pains me to see that people attack in order to defend themselves from your unwelcome questions, it still pains me to see how people always expect the worst from an innocent question and it still pains me to see how easily people dismiss your “wonderings”… It pains me to realize that arrogance has conquered curiosity.

Curiosity is passion, is willingness to become more that what you are, is humility to learn what you don’t know, is the spark of innovation and evolution.

Einstein on curiosity

I will remain curious, I will always wonder for possibilities and I will always use common sense, respect and sensibility, but I will never stop questioning for the sake of arrogance and hypocrisy.

Novos Ricos do Empreendedorismo

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O primeiro artigo publicado.

Não é nada de especial, mas penso que se devem celebrar as pequenas conquistas…

Para quem estiver interessado em ler um pouco sobre a nova moda do empreendedorismo e os novos ricos que agora infestam este universo:

Artigo Novos Ricos do Empreendedorismo in Jornal i

Longing

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Forever Longing… Forever Missing You…

There are bonds that can’t be broken, there are scars that remain forever and that Time will never heel.

http://vimeo.com/29976464

Stay Hungry, Stay Foolish

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Never settle down… never settle for the “it’s not bad”, always go for the “this is it!”

Words from a very wise man

Never try to connect the dots looking to the future… when you’re older, you’ll learn that connecting dots it’s done looking to your past

Civismo aos Pontapés

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Civismo – nome masculino; 1. dedicação pelo interesse público; 2. comportamento demonstrativo de respeito pelos valores da sociedade e pelas suas instituições; (Do francês civisme, «idem»)

De acordo com o dicionário da Língua Portuguesa esta bela palavra significa comportamento demonstrativo de respeito pelos valores da sociedade e pelas suas instituições, algo que na minha opinião é uma característica fundamental em todo e qualquer ser-humano.

Hoje fui com a minha mãe até ao IKEA fazer umas comprinhas para a casa e como não poderia deixar de ser, à saída, fui lanchar os apetitosos hot dogs do serviço de cafetaria do IKEA por apenas 50 cêntimos, mais o copito de refrigerante de 1 euro com refill “até a bexiga não aguentar mais”. Ora ao fazer o refill da minha cola, deparo-me com uma cena que, na minha opinião, explica o porquê de a nossa sociedade andar a passo de caracol (para não dizer de caranguejo) em direcção ao progresso. Enquanto estava na fila à espera de fazer o meu refill, vejo um casal a retirar da bolsa o belo do copo de plástico da Super Bock e a fazer o seu refill.

Para quem não está familiarizado com o serviço de cafetaria do IKEA, eles, além de disponibilizarem cachorros a 50 cêntimos e sundays a 60 cêntimos, disponibilizam também café e refrigerante à vontade do freguês após o pagamento da 1ª dose. A 1ª dose pode ser comprada pela módica quantia de 1 euro o refrigerante e 40 cêntimos o café, traduzindo, por 1 euro e 40 cêntimos posso passar o dia inteiro a beber café e refrigerante no IKEA. Digamos que em qualquer sítio da Europa este serviço é uma verdadeira pechincha, quem quiser comer junk food até se fartar sem gastar mais do que uma moeda de 2 euros, veio ao sítio certo! No entanto, o casal tuga achou que pagar 1 euro por um dia inteiro de refrigerante era muito, por isso trouxe o copo de plástico da Super Bock de casa. Não obstante deixou o copo e o lixo ao lado da máquina de sumos, assim que acabou de satisfazer a sua sede. Ora o IKEA pede gentilmente aos clientes que deitem o seu lixinho fora e arrumem o seu tabuleiro, uma vez que é uma das razões que ajuda aos preços serem tão baratos (evitam de pagar a uma pessoa para recolher lixo e tabuleiros).

O casal deixou um belo exemplo às duas crianças que os acompanhavam que, muito provavelmente, vão repetir o comportamento dos progenitores num futuro próximo.

Em Portugal, este tipo de iniciativas, isto é, iniciativas que estão dependentes do civismo e boa educação das pessoas, muito provavelmente vão continuar a falhar redondamente e a trazer prejuízos para as instituições que tentam introduzi-las. Na Áustria, por exemplo, não há qualquer tipo de porta ou máquina de validação nas estações de metro, o Estado confia que as pessoas compram o seu bilhete de acordo com o trajecto que pretendem fazer. Esta iniciativa já está em vigor há alguns anos e nunca trouxe prejuízos ao Estado Austríaco, o seu funcionamento é igual a qualquer outro sítio onde haja as máquinas de validação. Agora imaginem isto em Portugal… acham que os resultados seriam idênticos?

O civismo e a boa educação são qualidades basilares para qualquer País funcionar bem, seja a nível económico, financeiro, cultural, etc… E o civismo não é só uma característica dos povos ditos civilizados, é algo que se encontra frequentemente em tribos indígenas: não existem cadeados nem fechaduras, a caça é dividida igualmente por todos, os metais e pedras semi-preciosas são partilhados entre as mulheres e crianças para fazerem adereços.

Bom, isto só para mostrar que o civismo é algo que está profundamente enraizado numa cultura ou povo, é algo que é passado de geração em geração através das práticas diárias e da educação. Não está dependente do avanço tecnológico ou do poder monetário, por isso não há desculpa para determinados comportamentos a não ser a profunda falta de cultivação da mente e do espírito do ser-humano. Agora se o civismo é algo enraizado na cultura e é um factor crucial para o progresso, como é que se pode acreditar num País, onde estes exemplos são tão recorrentes e onde ninguém faz nada para os mudar?

Reflexão

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Mary Magdalen with Oil Lamp (1635-1640), Georges De La Tour

“Todos vêem o que pareces, poucos sentem o que és.”  Nicolau Maquiavel

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